Mercado brasileiro de micro-geração

mercado brasileiro de micro-geração

O mercado brasileiro de micro-geração distribuída no Brasil vem crescendo rapidamente, principalmente a partir do início de 2015.

O que contribuiu muito para isso foi a maior agilidade das concessionárias em relação a liberação dos projetos e também por conta do aumento de distribuidores de equipamentos no Brasil. Com uma concorrência maior os custos diminuíram e o valor para o consumidor final caiu. Cada vez mais as informações sobre o funcionamento desses tipos de sistema estão disponíveis para o consumidor final. O mercado brasileiro de micro-geração está amadurecendo rapidamente.

Nos últimos 12 meses tivemos um crescimento de 266% no número de instalações e a tendência é que cresça cada vez mais.

A micro-geração contribui para uma maior confiabilidade do sistema elétrico, evitando surtos na rede e consequentemente “apagões”. Por isso muitos especialistas do setor apoiam a geração distribuída.

Segundo um estudo feito sobre o potencial energético do Brasil em relação a energia solar fotovoltaica (que é a tecnologia mais usada em geração distribuída), somente no segmento residencial temos condições de gerar mais energia do que foi produzida pelas usinas no ano de 2015. E o mais importante disso é que essa energia gerada nos telhados das residências seria fornecida por uma fonte renovável e limpa.

O mercado brasileiro de micro-geração tem chamado a atenção de grandes empresas mundiais do setor. Uma amostra disso foi a inauguração de uma fábrica da Canadian Solar em novembro desse ano no Brasil. Mais empresas já sinalizaram o interesse de montar fábricas em solo brasileiro.

O gráfico abaixo da Agência Nacional de Energia Elétrica mostra o crescimento do número de conexões no Brasil. Das 6670 conexões, 6580 são de energia solar fotovoltaica.

Conexões ANEEL

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