Um dos setores mais promissores da economia nas últimas duas décadas, a energia renovável é tendência no Brasil e no mundo. Em território nacional, instalações de sistemas de energia solar estão em crescimento desde 2012. Neste período, a geração distribuída solar teve uma alta média de 231% ao ano. Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), nos primeiros seis meses de 2020, o setor registrou, mesmo com a pandemia de Covid-19, um aumento de 45% em número de instalações.

Neste ano, marcado pela crise econômica, as empresas do segmento abriram 47 mil novos postos de trabalho nas mais diferentes áreas, envolvendo a contratação de engenheiros a técnicos de instalação de painéis solares. Em investimentos, só nos últimos sete anos, o setor atraiu mais de R$ 19 bilhões ao País.

Pesquisa realizadas pela Global Market Outlook, da Associação SolarPower Europe, aponta uma forte retomada entre 2021 e 2024 para o mercado global de energia solar. A estimativa considera a inclusão de fontes renováveis em pacotes governamentais de estímulos econômicos para retomada do crescimento economia. 

Neste cenário, a energia solar deverá passar por um forte crescimento até 2024. As projeções da Global Market Outlook preveem novas instalações totalizando 150 GW em 2021, 168 GW em 2022, 184 GW em 2023, e 200 GW em 2024. Neste ano, os índices globais de crescimento foram comprometidos pela pandemia, não só pela redução da demanda, mas também pela restrição de trabalho e fornecimento de painéis solares, que tem a China como uma das principais fornecedoras.  

Um exemplo da expansão desta tecnologia é a marca de 400 mil unidades consumidoras com geração distribuída solar fotovoltaica espalhadas por todo o Brasil. De acordo com a ABSOLAR, o segmento totaliza mais de 3,8 gigawatts de potência instalada operacional. 

No topo da lista estão os consumidores residenciais, que representam 68,8% das instalações, seguidos por setores de comércio e serviços (20,2%), propriedades rurais (8,0%), indústrias (2,6%), poder público (0,4%) e outros tipos, como serviços públicos (0,03%) e iluminação pública (0,01%).

Porém, quando se trata de potência instalada, os números se invertem. O comércio lidera o ranking com 38,8% da potência instalada, consumidores residenciais aparecem na sequência (38,0%), consumidores rurais (13,2%), indústrias (8,8%), poder público (1,1%) e outros tipos, como serviços públicos (0,1%) e iluminação pública (0,02%).

O levantamento feito pela entidade mostra que, nos últimos doze meses, foram adicionadas mais de 214 mil novas unidades consumidoras com geração distribuída da fonte solar no Brasil, um crescimento de mais de 118% em comparação com o período anterior.

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