A crise hídrica e o uso da energia fotovoltaica em Maringá e região

A crise hídrica é uma realidade em todo o país, e com isso o preço da energia elétrica não para de subir e cada dia mais e mais pessoas buscam novas fontes de energia para suas residências, indústrias e propriedades rurais. E, entre essas alternativas a que vem ganhando maior destaque é, sem dúvida alguma, a energia solar fotovoltaica. 

Ficou interessado e quer saber mais sobre o assunto? Confira este nosso novo conteúdo e veja como a crise hídrica tem impulsionado o uso da energia solar em Maringá e região. 

Entenda a crise hídrica brasileira e sua relação com o aumento dos preços da energia elétrica

O Brasil enfrenta atualmente a pior seca dos últimos 91 anos, que deixou o subsistema Sudeste/Centro-Oeste com apenas 32% da sua capacidade. Por isso, a Agência Nacional de Águas (ANA) publicou, no dia 01 de junho de 2021, a Resolução ANA nº 77, declarando situação crítica de escassez dos recursos hídricos na Região Hidrográfica do Paraná. A medida permite à ANA definir condições de operação de reservatórios e sistemas hídricos, inclusive alterando condições definidas em outorgas de direito de uso da água.

E com essa escassez de chuvas, o setor elétrico é um dos mais impactados pela crise, pois a bacia do Paraná abriga as principais hidrelétricas da região. E, como você deve saber, as hidrelétricas representam cerca de 65,1% da potência instalada de geração de energia elétrica no Brasil 

Assim, para evitar falta de energia elétrica para a sociedade, o setor tem adotado medidas emergenciais, como a importação de eletricidade da Argentina e do Uruguai, o planejamento de novos leilões de energia e a criação de uma sala de situação para monitorar o cenário hídrico brasileiro e principalmente, o acionamento de todas as termelétricas fósseis disponíveis no País

Porém, quando o acionamento de outras matrizes energéticas são acionadas, a tarifa sobe. E isso acontece porque em 2015, quando a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) criou o sistema de bandeiras para cobrar tarifas adicionais às contas de luz. A ideia da cobrança é repor gastos extras com a utilização das termelétricas, por exemplo, em determinados períodos. 

Assim, criou-se o sistema de bandeiras que funciona da seguinte maneira:

  • Verde: não tem adicional (condições favoráveis de geração de energia);
  • Amarela: R$ 1,34 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos (condições de geração menos favoráveis);
  • Vermelha 1: R$ 4,16 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos (condições mais custosas de geração);
  • Vermelha 2: R$ 6,24 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos (condições ainda mais custosas de geração).

Todos os consumidores das distribuidoras são faturados pelo Sistema de Bandeiras Tarifárias, com exceção daqueles localizados em sistemas isolados. Atualmente, a  bandeira vermelha está em vigor, encarecendo a conta de luz em todas as regiões do Brasil, do setor doméstico à indústria.

O crescimento do uso de paneis solares em Maringá e região

Com todo esse cenário desencadeado pela crise hídrica a solução pode ser a adoção da energia solar fotovoltaica. Não é à toa que, segundo a Aneel, esse tipo de instalação na zona rural, por exemplo, quase dobrou no ano passado para cá. Hoje, em todo o país, mais de 480 mil casas têm placas solares. 

E olha que interessante: metade de toda a capacidade da geração própria de energia solar do Brasil foi instalada em 2020, com investimentos diretos dos consumidores e da sociedade, sem depender de recursos do governo. Isso demonstra como essa modalidade de geração de energia está ajudando o Brasil a enfrentar a situação de crise hídrica, pois gera uma energia elétrica competitiva, sustentável e que não depende de água.

Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), a energia solar gerada pelos próprios consumidores, com 5,8 gigawatts (GW) de potência instalada da fonte solar, já representa um terço da capacidade de Itaipu e fornece eletricidade limpa e barata justamente nos horários de maior demanda, aliviando a operação do sistema.

As vantagens para o país do crescimento da adoção da energia solar

Além de diminuir a dependência que existe hoje no Brasil de energia hídrica das hidrelétricas, que estão com níveis reduzidos de água, o crescimento da energia solar no Brasil traz as seguintes vantagens para o país:

  • Como é gerada junto ou próximo ao local de consumo, ela não usa as linhas de transmissão e ajuda a desafogá-las reduzindo assim as perdas elétricas;
  • O investimento em energia solar é um investimento que traz  desenvolvimento sustentável, porque evita a emissão de CO2;
  • Reduz a conta de luz de todos os consumidores;
  • Tem rápida implementação, seja em grandes usinas ou na geração própria em residências, pequenos negócios, propriedades rurais e prédios públicos. 

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Carlos Bomfim

Carlos Bomfim

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